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Balé Guaíra dança “Cinderela” ao som da Orquestra Sinfônica

cinderela

O Balé Guaíra traz de volta a versão bailada de “Cinderela” (2014), pela primeira vez com acompanhamento da Orquestra Sinfônica do Paraná.

“É cada vez mais raro no país, porque as orquestras não fazem de tudo, como a nossa”, explica a diretora do teatro, Mônica Rischbieter.

As apresentações acontecem de quinta-feira (10) a domingo (13), no Guairão, com ingressos a R$ 20.

A regência é de Marcos Arakaki (da filarmônica de Minas Gerais). Ele assumiu um trabalho de peso, já que está sendo necessário sincronizar cenas que dependem totalmente do casamento entre coreografia, projeções e música.

“Agora a coisa é mais orgânica”, diz a diretora do Balé, Cintia Napoli. “Tem que manipular a imagem no tempo real com precisão absoluta.”

A trilha mescla as versões do tema de Cinderela de Gioachino Rossini, Johann Strauss e Serguei Prokofiev, além de canções espanholas de época.

Saia rodada

Quem for assistir a essa “Cinderela” sem ler a sinopse pode não reconhecer o conto de fadas.

No lugar da abóbora, da tiara de brilhantes e do vestido azul-Disney, o coreógrafo e dramaturgo espanhol Gustavo Ramirez Sansano imaginou uma casa de família dos anos 1950, em que a televisão impera na sala de estar.

O príncipe se torna um milionário – mas o sonho do casamento permanece.

No divertido início, os bailarinos estão num salão de beleza, preparando-se para o baile. Participam 21 profissionais, em meio a uma cenografia portentosa do espanhol Luiz Crespo.

Outro destaque é o figurino de Gelson Amaral, que põe saias rodadas ao redor das pernas torneadas das bailarinas e ternos para os homens.

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